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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Exposição “70 Anos de Cores” homenageia artista Ana Luiza Borges, em Brasília

Mostra acontece entre os dias 2 e 6 de novembro, com entrada gratuita, e receberá 30 telas da artista

Brasília, 31 de outubro de 2016 – Brasília recebe, entre os dias 2 e 6 de novembro, a exposição “70 Anos de Cores”, em homenagem à artista plástica Ana Luiza Borges, que comemora 70 anos no mesmo mês. A mostra estará em exibição no Aerobar do Clube da Aeronáutica (SCEN trecho 1, Asa Norte), diariamente das 10h às 19h, com entrada gratuita.

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Conheça a origem do Dia das Bruxas - 31 de outubro de 2016

Fonte: BBC Brasil


O Dia das Bruxas é conhecido mundialmente como um feriado celebrado principalmente nos Estados Unidos, onde é chamado de Halloween.
EPA
Image copyrightEPA
Image captionDia das Bruxas é um festival ligado à cultura americana, mas celebrado em diversos países

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Educação - Nacional - Estudante de 16 anos defende legitimidade de ocupações aos deputados

Fonte: Blog do Esmael

Os deputado da Assembleia Legislativa do Paraná foram humilhados nesta quarta (26), em Curitiba, durante pronunciamento da estudante Ana Júlia, de 16 anos, do Colégio Estadual Senador Alencar Guimarães. O discurso da estudante do SESMAG humilhou os deputados porque eles não esperavam ouvir o que ouviram de uma menina de apenas 16 anos. Ela deu uma verdadeira aula de cidadania aos parlamentares.


quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Conferência Municipal do Pacto Pela Vida e Segurança Pública acontece em Novo Gama - GO

Novo Gama-GO - 27/10/2016

A Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária com o apoio Governo Municipal realizará na próxima terça-feira (1), em Novo Gama, a Conferência Municipal do Pacto Social Pela Vida e Segurança em Goiás.





quarta-feira, 26 de outubro de 2016

ONU Comunicado - Relatório do Fundo de População da ONU destaca importância das meninas de 10 anos para alcance das metas globais de desenvolvimento




Investir em meninas de 10 anos de idade pode contribuir para um dividendo demográfico significativo e um progresso substancial para as economias nacionais.
Samantha gosta de estudar matemática e já foi premiada 4 vezes pelo seu desempenho escolar. Foto: Bento Viana/UNFPA
Samantha gosta de estudar matemática e já foi premiada 4
vezes pelo seu desempenho escolar. Foto: Bento Viana/UNFPA
O casamento precoce, o trabalho infantil e outras práticas que prejudicam a saúde e os direitos de meninas ameaçam a ambiciosa Agenda 2030 para o desenvolvimento global, adverte o UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, no relatório “Situação da População Mundial 2016”, lançado hoje (26) em Brasília.
O relatório analisa o modo como fatores cruciais tais como leis, serviços, políticas, investimentos, dados e padrões que permitam garantir os direitos das meninas com idades entre 10 anos ou mais podem determinar o cumprimento da Agenda 2030 e seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
O relatório ‘Situação da População Mundial 2016’ mostra que o nosso futuro coletivo depende de como apoiamos cerca de 60 milhões de meninas que têm hoje 10 anos de idade e que estão iniciando sua passagem da adolescência para a idade adulta.
“Para milhões de meninas, a chegada da puberdade marca o início de uma vida de pobreza, impotência e perda de oportunidades. Muitas se casam precocemente, engravidam, e com a gravidez vem os riscos para a saúde e o acesso limitado à educação, minando as perspectivas futuras dessas meninas e perpetuando o ciclo intergeracional da pobreza”, afirma Jaime Nadal, representante do UNFPA no Brasil.
“Essa é uma violação dos direitos fundamentais das meninas e uma injustiça imperdoável. Quando uma menina desfruta de seus direitos, é capaz de permanecer na escola e manter-se saudável, ela tem uma chance melhor de realizar seu pleno potencial quando atingir a idade adulta.”
Um em cada cinco nascidos vivos no Brasil é filho ou filha de mães com 19 anos de idade ou menos, segundo o Ministério da Saúde.
A nova agenda para o desenvolvimento, adotada pelos líderes mundiais em 2015, é o caminho para alcançar o progresso econômico e social dentro dos próximos 15 anos. A chamada Agenda 2030 busca um desenvolvimento global e equitativo, no qual ninguém seja “deixado para trás”. O relatório argumenta que o verdadeiro teste do sucesso dessa agenda será se cada menina de 10 anos hoje estiver saudável, escolarizara e seja produtiva dentro dos próximos 15 anos.
O relatório revela que as práticas que afetam meninas e violam os seus direitos humanos a partir da idade de 10 anos as impede de alcançar seu pleno potencial para atingir a idade adulta e contribuir para o progresso econômico e social das suas comunidades e nações.
O relatório Situação da População Mundial 2016 observa que, das 125 milhões de crianças de até 10 anos de idade que existem atualmente em todo o mundo, 60 milhões são meninas que são sistematicamente prejudicadas ao passar da adolescência para a idade adulta. Na América Latina e no Caribe há cerca de 5,3 milhões de meninas de 10 anos de idade; segundo o IBGE, o Brasil tem atualmente 1,6 milhão de meninas dessa idade.
Há partes do mundo onde, com 10 anos de idade, as meninas podem expandir seus horizontes e ganhar acesso a novas possibilidades. No entanto, para outras meninas da mesma idade a realidade é muito diferente, na qual as barreiras começam a aparecer no caminho para a vida adulta, com opções, escolhas e oportunidades limitadas.
Em alguns países e comunidades, quando uma menina completa 10 anos e atinge a puberdade, ela deixa de ser considerada como alguém capaz de alcançar seus objetivos e passa a ser vista como um objeto que pode ser negociado, trocado ou traficado, seja para o casamento, para ter filhos, trabalhar de graça ou para fins de exploração sexual.
O relatório salienta que é menos provável que as meninas completem os níveis médio e superior de ensino, e é mais provável que tenham mais dificuldade em encontrar trabalho remunerado e que tenham pior saúde física e mental.
No caso da América Latina e do Caribe, atualmente o desempenho escolar das meninas excede o de meninos, mas persiste o desafio de eliminar as lacunas no caso de meninas que são deixadas para trás como resultado da pobreza, deficiência ou origem étnica, entre outros fatores.
De acordo com o relatório, o desafio atual é aumentar as intervenções essenciais que permitam alcançar mais meninas, especialmente as mais pobres e mais vulneráveis, com a idade de 10 anos.
Na América Latina e no Caribe, mais de 90% dos países têm uma política, estratégia ou programa destinado a promover a igualdade de acesso à educação de meninas adolescentes e 78% das meninas frequentam o ensino médio.
“À medida em que, hoje, invistamos e apoiemos o desenvolvimento integral de meninas de 10 anos, teremos uma melhor perspectiva do que vai ser o nosso mundo em 2030”, disse o diretor-executivo do UNFPA, Babatunde Osotimehin. “Com o apoio das famílias, das comunidades e países, e com o pleno exercício dos seus direitos, uma menina de 10 anos poderá impulsionar as mudanças necessárias para que tenhamos o futuro que todos nós queremos.”

Menina brasileira

Para representar os diferentes contextos em que vivem as meninas de 10 anos de todo o mundo, seus desafios e oportunidades, o relatório Situação da População Mundial 2016 retrata 10 meninas de 10 anos de 10 diferentes países.
Uma delas, Samantha Borges Mota, é brasileira. Ela vive com os pais e o irmão mais novo em Ceilândia, Distrito Federal, onde é aluna da 4ª série da rede pública de ensino. Ela gostaria de se casar um dia e ter dois ou três filhos, mas esse não é um objetivo próximo. “Será mais pra frente”, pondera.
Samantha gosta de estudar matemática e já foi premiada 4 vezes pelo seu desempenho escolar. Seu sonho, quando crescer, é se tornar uma policial. “Porque eu gosto dessa profissão e do que eles fazem”, explica. Se tiver as condições adequadas, Samantha certamente poderá conquistar o seu sonho.

Dados importantes

  • Na América Latina e no Caribe há cerca de 5,3 milhões de meninas de 10 anos de idade.
  • Segundo o IBGE, o Brasil tem atualmente 1,6 milhão de meninas dessa idade.
  • Existem cerca de 60 milhões de meninas de 10 anos no mundo hoje. Mais da metade delas vive nos 48 países com maior desigualdade de gênero.
  • Se todas as meninas de 10 anos de idade que vivem em países em desenvolvimento completassem o ensino médio, a economia desses países poderia, no seu conjunto, gerar uma renda anual adicional de 21 bilhões de dólares.
  • Na América Latina, 10% a 20% dos jovens disseram ter tido sua primeira relação sexual antes da idade de 15 anos.
  • 19% das adolescentes na região são casadas ou estão em união estável. As mulheres jovens são mais vulneráveis a uma série de problemas de saúde sexual e reprodutiva, tais como a gravidez na adolescência, abortos em condições inseguras, infecções sexualmente transmissíveis, incluindo o HIV, violência de gênero, assédio e estupro.
  • Estima-se que 47.700 meninas se casam diariamente em todo o mundo antes dos 18 anos de idade.
  • Na América Latina e no Caribe, o risco de uma adolescente com menos de 15 anos morrer de causas relacionadas à gravidez é até três vezes maior do que em mulheres com mais de 20 anos.
  • Nove em cada 10 meninas com 10 anos de idade vivem em países em desenvolvimento, e uma em cada cinco vive em um país menos desenvolvido.
  • Cada ano de educação proporciona um aumento médio de 11,7% na renda obtida pelas meninas na sua futura vida profissional (em comparação com 9,6 % para os meninos). No entanto, 16 milhões de meninas com idade entre 6 a 11 anos nunca irão à escola, o dobro do número de meninos.
  • Dez por cento das meninas com idades entre 5 e 14 anos fazem mais de 28 horas de trabalho doméstico por semana, o dobro dos meninos. Três em cada quatro trabalhadoras infantis não são remuneradas.

Sobre o UNFPA

O Fundo de População da ONU é a agência de desenvolvimento internacional da ONU que trata de questões populacionais. Está presente em mais de 150 países, sendo responsável por contribuir com os países para garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva, incluindo o exercício do direito à maternidade segura.
O UNFPA também trabalha para que os direitos das e dos jovens sejam efetivados e para que todas as pessoas jovens possam atingir seu pleno potencial. Além disso, apoia os países na produção e utilização de dados populacionais que subsidiem a tomada de decisão no campo das políticas públicas.

ONU Comunicado: Agência da ONU lança relatório sobre Situação da População Mundial


Publicação do Fundo de População das Nações Unidas destaca a importância estratégica dos investimentos em meninas de 10 anos para o alcance da Agenda 2030 de desenvolvimento.
O UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, lança nesta quarta-feira (26), em Brasília, o relatório “Situação da População Mundial”.
A edição deste ano, intitulada “10 – Como nosso futuro depende de meninas nessa idade decisiva”, analisa a importância dos investimentos em meninas na faixa etária de 10 anos para assegurar sua transição saudável e segura do início da adolescência à idade adulta, como parte da estratégia para o efetivo alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (a Agenda 2030), sem deixar ninguém para trás.
O relatório é baseado em evidências científicas e traz experiências de outros países que servem de insumo para a elaboração ou aprimoramento de políticas públicas, incluindo um conjunto de 10 ações essenciais recomendadas para assegurar o pleno desenvolvimento das meninas dessa idade.
O relatório “Situação da População Mundial” é publicado anualmente e apresenta indicadores sociodemográficos atualizados para todos os países, além de uma análise detalhada sobre um tema significativo para a agenda global de população e desenvolvimento.
Este ano, o relatório traz também os perfis de 10 meninas de 10 anos de 10 países, mostrando um pouco da diversidade de contextos, desafios e aspirações dessa geração que terá um papel chave para o desenvolvimento global. Uma dessas meninas, Samantha Borges, é brasileira e vive em Ceilândia, no Distrito Federal. Ela estará presente nos dois eventos de lançamento programados.
O Fundo de População da ONU é a agência de desenvolvimento internacional da ONU que trata de questões populacionais. Está presente em mais de 150 países, sendo responsável por contribuir com os países para garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva, incluindo o exercício do direito à maternidade segura.
O UNFPA também trabalha para que os direitos das e dos jovens sejam efetivados e para que todas as pessoas jovens possam atingir seu pleno potencial. Além disso, apoia os países na produção e utilização de dados populacionais que subsidiem a tomada de decisão no campo das políticas públicas.

Serviço: lançamento do relatório “Situação da População Mundial 2016”, do Fundo de População da ONU (UNFPA)

Quando: 26 de outubro de 2016
  • 10h ao meio-dia: apresentação do relatório para autoridades do Governo Federal
  • Local: Casa da ONU, Setor de Embaixadas Norte – SEN, Quadra 802 Conjunto C Lote 17, Brasília.
  • 15h – 17h: apresentação do relatório para autoridades do Distrito Federal, alunas e alunos da rede pública de ensino da Ceilândia, inclusive da Escola Classe 64 (onde estuda Samantha Borges, menina brasileira retratada no relatório). Ela estará presente nos dois eventos de lançamento.
  • Local: Escola Parque Anísio Teixeira, QNN 27, Módulo B, Área Especial S/N, Ceilândia, Brasília.

Sustentabilidade - Nos Estados Unidos e no Canadá cerca de 90% das construções são a seco e pode significar o fim do desperdício dos recursos naturais



Possibilidade de racionamento faz com que lojas de materiais de construção invistam em novos sistemas para os canteiros de obras

Brasília, 26 de outubro de 2016 - As chuvas estão mal concentradas e o racionamento é uma realidade cada vez mais próxima dos brasilienses. A situação dos reservatórios de água do DF fez acender o sinal de alerta nos canteiros de obras. Uma das alternativas seria a utilização da técnica de construção a seco, que recebe esse nome por não precisar de água na formulação dos materiais da estrutura.

Nos Estados Unidos e no Canadá, por exemplo, cerca de 90% das construções são a seco. “A construção a seco pode significar o fim do desperdício dos recursos naturais. Além da água, a areia e o cimento também são dispensados”, conta Roil Pinheiro, diretor comercial da Ferragens Pinheiro.

O sistema de construção a seco Steel Frame possui uma estrutura de perfis leves de aço contraventadas com placas estruturais em OSB, que unidos funcionam em conjunto; dando rigidez, forma e sustentação à edificação. Dois produtos desse sistema são oferecidos pela Pinheiro, são eles: Placa Cimentícia e Painel Wall.

“Devido a alta tecnologia e facilidade de aplicação, as placas cimentícias atendem a exigência técnica da construção moderna, podendo ser utilizadas em paredes internas e externas, fachadas, revestimentos, divisórias sanitárias, forros, sinalizações para luminosos, prateleiras, entre outros. Já o painel wall supre as necessidades de execução de obras limpas, de instalação dinâmica e com total aproveitamento do material em caso de mudança ou remanejamento”, explica o diretor.
Vantagens da construção a seco:

1.  Redução do consumo de água na construção se comparado aos sistemas tradicionais;
2. Velocidade na execução da obra;
3. Rapidez no retorno do capital investido;
4. Por ser um sistema inteligente, o orçamento previsto é igual ao realizado;
5. Ambiente limpo com menor geração de resíduos;
6. Redução dos custos de manutenção em 1/3 quando comparado ao sistema convencional.

Sobre a Ferragens Pinheiro – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.

Resultado da Audiência Pública - Uso da biotecnologia no combate ao Aedes aegypt debatido em audiência na terça(25)


Cientistas afirmam que combate ao Aedes exige associação de vários métodos


Pelo menos três métodos que usam a biotecnologia estão sendo testados no país, por instituições privadas e públicas, entre os quais a produção de mosquitos geneticamente modificados
Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Audiência pública sobre a utilização de biotecnologia para o combate ao mosquito Aedes Aegypti
Os pesquisadores apresentaram diversas experiências que estão sendo feitas no Brasil e na Austrália
Representantes de Ministério da Saúde, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e de duas empresas privadas que desenvolvem projetos tecnológicos contra o Aedes aegypti concluíram que não existe uma solução única para o problema, que deve ser enfrentado por meio de associação de métodos e pesquisas científicas. O uso de biotecnologia para combater o mosquito  -  transmissor da febre amarela, da dengue, da chikungunya e do zica vírus - foi discutido nesta terça-feira (25) em audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família.
Na audiência, deputados cobraram mais investimentos em pesquisa e manifestaram preocupação com os efeitos dos cortes previstos na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/16, que limita os gastos públicos por um prazo de 20 anos.
Este ano, até agosto foram registrados quase 1,5 milhão de casos de dengue, 216 mil casos de febre chikungunya e quase 200 mil pessoas infectadas pelo zika vírus no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde.
Para combater o mosquito transmissor, pelo menos três métodos que usam a biotecnologia estão sendo testados no país, por instituições privadas e públicas, entre os quais a produção de mosquitos geneticamente modificados.
Um deles usa um larvicida (pyriproxyfen) em pó em armadilhas que atraem as fêmeas do mosquito. Depois de entrarem em contato com o produto, elas levam o larvicida impregnado no corpo para outros criadouros, matando as larvas.
Esse método está sendo testado pela Fundação Oswaldo Cruz no município de Manacapuru (AM). Quando começou, em 2013, 98% das residências tinham criadouros com larvas do Aedes. Em 2015, esse percentual caiu para 2%.
Outro projeto, também testado pela Fiocruz, busca impedir que o mosquito transmita doenças por meio da contaminação do inseto com uma bactéria chamada wolbachia.
Neste caso, o objetivo não é exterminar o Aedes, mas fazer com que ele não transmita doenças. O método está sendo testado no Rio de Janeiro, em parceria com uma universidade australiana.
O uso de mosquitos infectados com a bactéria já foi experimentado também em uma cidade da Austrália, onde a dengue é endêmica, e o resultado é que em 2015 e 2016 lá só foram registrados casos de dengue contraídos em outros lugares.
Para Flávia Varandas Teixeira, que é gerente de projetos da Fiocruz, não existe uma solução única contra a dengue. "Não há uma metodologia única, uma bala mágica que por si só irá solucionar o problema. Existe é uma combinação de iniciativas, uma complementação de metodologias", disse.
Transgênicos
Outro método em fase de testes no Brasil é o uso de mosquitos machos geneticamente modificados. Esses mosquitos estão sendo produzidos na cidade de Juazeiro, na Bahia, por uma parceria das empresas Oxitec do Brasil Tecnologia de Insetos e Biofábrica Moscamed.

Os mosquitos transgênicos, que não picam e não transmitem doenças, mas transferem para os filhotes um gene mortal, já foram testados nos municípios de Piracicaba (SP) e Jacobina (BA). Os primeiros resultados, segundo as empresas responsáveis, foram promissores.
Interação
Jair Fernandes Virginio, presidente da Biofábrica Moscamed, cobrou uma maior interação entre as diversas instituições de pesquisa. Ele também acredita que os métodos têm de ser complementares para acabar com o potencial do mosquito, que pode trazer outras doenças ao País.

"Cientistas acreditam que mais de 24 arboviroses são transmitidas pelo vetor Aedes aegypti. Não só dengue, chikungunya e zica. Já está batendo às nossas portas a febre mayaro e vai haver seguramente outras, contra as quais não existe uma tecnologia única salvadora da pátria", disse.
Para Cláudio Fernandes, gerente de Negócios da Oxitec do Brasil Tecnologia de Insetos, só uma ação conjunta pode trazer bons resultados contra o mosquito. “A luta contra o mosquito só vai ser possível se todos trabalharmos juntos: população, governos e representantes da sociedade, públicas e privadas”, afirmou.
Integração
Tatiana Ázara, do Programa de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, também defendeu o chamado manejo integrado, que é o uso complementar de métodos diferentes no combate ao mosquito. Ela lamentou o uso dominante de insetisidas que, no seu entender, deveria ser o último recurso. "Essa herança de se utilizar inseticida na saúde pública vem da agricultura e deveria ser repensada”, disse.

Ázara apontou fatores que permitiram a proliferação do mosquito no Brasil, como o alto percentual (26%) de pessoas que vivem nos chamados “aglomerados subnormais”– conceito que engloba as favelas – e a falta de saneamento básico, com o uso de lixões em 63% dos municípios.
Ao ser questionada pela presidente da comissão, deputada Conceição Sampaio (PP-AM) a respeito do grau de integração entre os diversos órgãos encarregados de combater o mosquito, tanto na esfera federal quanto municipal e estadual, a representante do Ministério da Saúde admitiu a dificuldade "de trabalhar de forma integrada".
PEC 241
Deputados da comissão relacionaram as pesquisas e políticas de combate ao mosquito a investimentos que estariam ameaçados pela aprovação da PEC 241/16, que proíbe gastos públicos acima da inflação.

Para o deputado Adelmo Carneiro Leão (PT-MG), o investimento público é fundamental no combate ao Aedes aegypti. "Nós estamos diante de uma situação extremamente perigosa. Se não faltarem recursos para a educação ou para a saúde, vai faltar para a ciência e tecnologia", afirmou.
A audiência pública foi solicitada pelo deputado Adail Carneiro (PP-CE).
Reportagem - Antônio Vital
Edição - Sandra Crespo




segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Uso da biotecnologia no combate ao Aedes aegypt será debatido em audiência nesta terça(25)


Deputados - Adail Carneiro
                                                  Adail Carneiro: debate com especialistas ajudará trabalhos da comissão

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados promove nesta terça-feira (25) audiência pública para debater o uso de biotecnologia no combate ao mosquito Aedes aegypt.

O debate contará com a presença de representantes do Ministério da Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz e de duas empresas de biotecnologia que produzem, em parceria, mosquitos geneticamente modificados na cidade de Juazeiro (BA): a Oxitec e a Moscamed.

Projetos em teste

O Aedes aegypt é o transmissor dos vírus que provocam a febre amarela, a dengue e a febre chikungunya, além do zika vírus, apontado como responsável por casos de microcefalia em recém-nascidos.

Nos últimos anos, dois projetos de biotecnologia têm sido testados no Brasil com o objetivo de acabar com o mosquito ou, pelo menos, torná-lo inofensivo. Um deles busca impedir que o mosquito transmita doenças por meio da contaminação do inseto com uma bactéria.

O outro tenta exterminar o Aedes aegypti usando mosquitos machos geneticamente modificados. Esses mosquitos não picam e não transmitem doenças, mas transferem para os filhotes um gene mortal.

Especialistas

Autor do requerimento para a realização da audiência, o deputado Adail Carneiro (PP-CE) explica que em razão dos número crescente de casos de dengue, febre chikungunya e microcefalia, “é necessário convidarmos órgãos que tenham a competência para ajudar a esclarecer à população o que nós pretendemos fazer".

Os mosquitos geneticamente modificados já foram testados nos municípios de Piracicaba (SP) e Jacobina (BA). Os primeiros resultados, segundo as empresas responsáveis, são promissores, mas ainda não conclusivos.

Já os testes em mosquitos contaminados com bactéria são feitos pela Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, em parceria com uma universidade australiana. Nesse caso, o objetivo não é exterminar o Aedes, mas fazer com que ele não transmita doenças.

Convidados

Foram convidados para o debate a tecnologista da Coordenação Geral do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Tatiana Mingote Ázara; a representante da Project Manager - Fundação Oswaldo Cruz, Flavia Roque Varandas Teixeira; o presidente da Biofábrica Moscamed Brasil, Jair Fernandes Virginio; e o gerente de Negócios da Oxitec do Brasil Tecnologia de Insetos Ltda, Cláudio Fernandes.

A reunião está marcada para as 9h30, no plenário 7

Fonte do conteúdo: Agência Câmara

Cultura - Teatro - Brasília-DF - Dia das Bruxas com Teatro e Terror na Funarte Brasília

MOSTRA MONSTRA NA FUNARTE – Outubro com Teatro e Terror!










De 26 de outubro a 06 de novembro o Teatro Plínio Marcos, da Funarte Brasília, receberá uma mostra teatral com clima de suspense, terror e diversão. O projeto realizado numa parceria entre a Guinada Produções e o Grupo Novos Candangos traz quatro espetáculos de sucesso da cidade com grupos convidados, apresentando diferentes (e curiosas) linhas de trabalho cênico.

A Mostra Monstra visa implementar na cidade uma maneira diferente de se comemorar o Dia das Bruxas, propondo uma celebração teatral nos palcos da cidade, reafirmando a força, a ousadia e a veia produtora dos artistas da capital federal num evento que oferecerá ao público oficinas teatrais gratuitas e espetáculos de teatro de qualidade com importantes grupos do DF: Trupe Argonautas, Cia. de Comédia SeteBelos, Grupo Depois das Cinco e, claro, o Grupo Novos Candangos.

Confira a programação:

“TERROR – A COMÉDIA”, Cia. de Comédia Setebelos
27 e 28 de outubro (21h)
Teatro Plínio Marcos
Classificação: 12 anos
Ingressos: 15,00 (meia entrada)

A peça de sucesso de um dos principais representantes da comédia no DF é baseada nas séries clássicas de horror, com famosas personagens do mundo fantasmagórico apresentadas de uma maneira pra lá de divertida. Assumidamente representante do gênero “Terrir” – o terror que faz rir -, a obra mostra um cientista maluco que dá vida ao horripilante Frankestein, atraindo para uma mansão assombrada outras personagens famosas, como o Conde Drácula, Esqueleto e o Fantasma. A peça ficou famosa por ser a primeira comédia do Brasil a ter som de cinema em teatro, garantindo efeitos sonoros que valorizam ainda mais o trabalho dos atores e a reação da plateia. Cuidado para não morrer... de rir!

Texto e Direção: Cia de Comédia Setebelos
Elenco: Daniel Lima, Daniel Villas Bôas, Leônidas Fontes, Lucas Moll e Paulo Mansur e Saulo Pinheiro.
Produção: Guinada Produções (Guilherme Angelim)
Iluminação: Raoni Machado
Figurino: Cyntia Carla
Duração: 75 minutos


“PARADOXO ZUMBI”, da Trupe de Argonautas”
29 de outubro e 02 de novembro (21h)
30 de outubro (20h)
Teatro Plinio Marcos
Classificação: 18 anos
Ingressos: 10,00 (meia entrada)

A trama do espetáculo se passa em um futuro pós-apocalíptico onde a humanidade foi assolada por uma praga zumbi que dizimou boa parte da população. A obra une técnicas circenses e dança, tudo isso mediado pela linguagem teatral, que amarra a dramaturgia. O grupo propõe ao público um olhar diferente sobre o mundo, através de experiências sensoriais que estimulam todos os sentidos e de alguns questionamentos... Ser ou ter? Viver ou sobreviver? Prepare-se... Os Argonautas vão mexer com você!

Direção: Cyntia Carla e Abaetê Quiroz
Elenco: Alexandre Adas, Cyntia Carla, Lívia Bennet, Luciano Czar, Isabela Bianor, Marley Medeiros e Pedro Martins.
Direção Coreográfica: Lívia Bennet
Preparadora Circense: Ana Sofia Lamas
Cenografia e Figurino: Luênia Guedes
Produção: Inova Roda Produções Artísticas e Culturais e Georgia Rafaela
Trilha Sonora: Munha da 7
Preparação Vocal: Cesar Lignelli
Iluminação: Marcelo Augusto
Maquiadores: Luênia Guedes, Luciano Czar, Isabela Bianor, Iasmim Kali, Júlia Gunesh
Técnico de segurança: Daniel Lacourt
Operador de Som: Bruno Gurgel
Fotografias de Divulgação: Rodrigo Carletti
Registro Fotográfico: Sartoryi Sartoryi
Artes Gráficas: Ilha Design
Web Designer: Mariana Camargo
Duração: 75 min


“BANDA TUMBA LA CATUMBA”, do Grupo Depois das Cinco
02 de novembro (17h)
Teatro Plinio Marcos
Classificação: Livre
Ingressos: 15,00 (meia entrada)

A Banda Tumba La Catumba desenvolve há seis anos um trabalho voltado para o público infantil, levando uma mistura de ritmos para as crianças, com forte influência do rock, mas passando por ritmos como o coco, a ciranda, o frevo, o rap e o funk. A banda tem uma proposta cênico musical, onde seus integrantes representam personagens de terror. No espetáculo-show, além de músicas autorais e arranjos especiais de domínio público, há contação de histórias e brincadeiras musicais.

Voz, Violão e Guitarra: Kaká Taciano
Voz, Percussão: Anna França
Voz, Violão 7 Cordas e Contrabaixo: Rogério Almeida
Bateria: Flávio Leão
Voz, Guitarrista Solo: Gabriel Lourenço
Duração: 60 min

DJ CHIQUIN (junto com a programação da Banda Tumba La Catumba)
02 de novembro (16h)

Chico gosta de música. E qual criança não gosta né?
Quando viu Yellow Submarine com 4 anos, ficou deslumbrado. Algo mexeu com ele, o som mágico, as cores fortes, enfim, ele pirou! Queria todos os álbuns dos Beatles no aniversário de 7 anos. O garoto de 12 anos cresceu vendo o pai dj e a mãe cantora e isso acabou influenciando seu gosto pela música. Apertou o play em algumas festinhas de amigos da escola e se divertiu muito! Recebeu seu primeiro convite oficial para tocar na Vila de São Jorge, Chapada dos Veadeiros em 2014.

Chiquin (nome escolhido por ele pra assumir as carrapetas) adora fazer uma galerinha esperta dançar, pular e quicar na pista de dança! A sua playlist conta com hits das fms brasileiras, desde pop, rock, clássicos infantis atuais e antigos, rap, hip hop até eletrônico, mas não toca sertanejo, no máximo Wesley Safadão.


“PERDOA-ME POR ME TRAÍRES”, do Grupo Novos Candangos
03, 04, 05 de novembro (21h)
06 de novembro(20h)
Teatro Plinio Marcos
Classificação: 16 anos
Ingressos:15,00 (meia entrada)

Os anfitriões da casa apresentarão uma adaptação dark-freak-trash e despojada do clássico de Nelson Rodrigues, que conta a história de Glorinha, objeto de desejo de seu tio Raul, que a criou desde criança após ter assassinado a mãe da menina. Conduzida por uma colega, a moça conhece e se fascina pelo mundo dos prostíbulos, ao mesmo tempo em que prepara uma terrível vingança contra o tio. A obra, montada pelo grupo em 2010, tem em sua concepção referências do musical “Rocky Horror Picture Show”, de Jim Sharman. Vingança, incesto, assassinato, ciúmes, psicologismos e repressão dos desejos pessoais são elementos que se encontram num universo onírico entre o real e o pesadelo através das personagens do espetáculo, lançando um olhar de estranhamento quanto à conduta humana.

Direção: Diego de Leon
Elenco: André Rodrigues, Diego de León, Josuel Junior, Luana Proença, Tuti, Mateus Ferrari, Rafael Toscano, Tati Ramos e Xiquito Maciel.
Produção: Guinada Produções (Guilherme Angelim)
Iluminação: Marcelo Augusto
Cenário e Figurino: Cyntia Karla

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MOSTRA MONSTRA NA FUNARTE
Idealização: Grupo Novos Candangos e Guinada Produções
Produção: Guinada Produções (Guilherme Angelim)
Assessoria de Imprensa: Cia. Fábrica de Teatro